segunda-feira, 19 de março de 2018

O QUE É SER UM APÓSTOLO HOJE?


A Coalizão Internacional de Apóstolos (ICA), fundada em 1999, agora conta com 500 membros. Para tornar-se membro requer-se o aval de pelo menos dois membros ativos da ICA, presumindo que o nível de parceria dos apóstolos ICA está qualificada para reconhecer companheiros apóstolos.  Esta presente declaração foi processada entre os membros da ICA num período de dois anos resultando numa declaração oficial. É certo que os membros da ICA poderão sustentar diferentes opiniões a respeito de alguns detalhes, mas há um acordo generalizado sobre a verdade e essência desta declaração. 
DEFINIÇÃO
Um apóstolo é um líder dotado de dons, comissionado e enviado por Deus com autoridade de estabelecer fundamentos de governo na Igreja, dentro de uma esfera demarcada do ministério para ouvir o que o Espírito diz às igrejas, organizando e ordenando as coisas afim de com harmonia estender o Reino de Deus.
 DONS E MINISTÉRIOS
Ø Apóstolos - por definição, têm recebido o dom espiritual de apóstolo pela graça de Deus. Este dom está alistado entre muitos outros em 1 Coríntios 12.   O mesmo capítulo, entretanto, indica que nem todos aqueles com o mesmo dom têm o mesmo ministério, e nem todos aqueles com o mesmo ministério tem a mesma atividade (veja 1 Co 12.4-6).
Ø Muitos Apóstolos - ministram primariamente em uma igreja nuclear, a qual se configura na forma de congregações cristãs que se reúnem templos/edifícios construídos, em lares ou agrupamentos de congregações semelhantes. Enquanto outros ministérios, primariamente estão no local de trabalho como: numa empresa, numa indústria, numa instituição, etc. O primeiro termo aplicado a apóstolos da “igreja nuclear” está em oposição a apóstolos da “igreja extensiva” ou no local de trabalho.
Ø Alguns são Apóstolos Territoriais - a quem Deus deu autoridade para cobrir certas áreas geográficas, semelhantes a uma região próxima ou uma cidade, ou um estado ou uma nação. Outros têm autoridade em certas áreas sociais como: área de governo, ou finanças ou mídia, etc.
Ø Entre Aqueles Com o Dom de Apóstolo - alguns têm ministério de apóstolos verticais. Isto significa que eles estão em uma posição de liderança apostólica sobre uma rede de igrejas e ministérios, ou sobre a rede de um certo ministério com quem tem uma esfera de afinidade como: rede de mulheres, ou intercessores ou jovens ou adoradores, etc. Outros são apóstolos horizontais que têm ministério de cobertura e conexão com parceiros semelhantes a outros apóstolos, pastores ou profetas, etc. 
 DONS E OFÍCIOS
Ø O Dom de Apóstolo - Como no caso de todos os dons espirituais, é dado aos crentes por Deus para agradar a Ele (veja 1 Co 12.11,18). Dons espirituais são dados somente pela graça de Deus.
Ø O Ofício Apostólico - Não é dado pela graça somente, mas como resultado de trabalho que tem sido demonstrado na fidelidade e administração do dom. Se Deus tem escolhido um homem para dar-lhe o dom de apóstolo, ou uma mulher para dar-lhe o dom de apóstola, o fruto que darão manifestará a evidência a outros e no tempo devido o corpo de Cristo reconhecerá a ativação do dom e conferirá o ofício de apóstolo a esta pessoa. Este fato é mais freqüentemente assinalado pelo termo “comissionado”. E este é realizado pelo nível de parceria dos apóstolos, bem como dos profetas, representando a igreja pela imposição de mãos. O título “apóstolo” é ordinariamente usado somente por aqueles que têm sido devidamente comissionados neste ofício, embora este princípio não tenha sido formalizado em muitas situações. 
ESFERAS APOSTÓLICAS
Não há coisa semelhante como um apóstolo para toda a Igreja ou Igreja Global. Deus nomeou cada apóstolo para certa esfera na qual ele exerce autoridade.  Paulo deixa isto claro em 2 Coríntios 10.13-16. Ali Ele diz: “Nós, entretanto, não vangloriamos além da medida, mas dentro dos limites da esfera à qual Deus nos nomeou” (2 Co 10.13).  A esfera apostólica pode ser: eclesial, funcional, territorial (geográfica), cultural ou empresarial.
 QUALIFICAÇÕES DE UM APÓSTOLO
Certas qualificações aplicam-se a todos os apóstolos, embora diferentes ministérios e atividades possam ser bem especificadas por Deus. Estas qualificações incluem:
Ø Caráter Extraordinário - Apóstolos preenchem os requisitos de liderança delineados em 1 Timóteo 3.1-7. Eles tomam com seriedade a advertência de Tiago 3.1, na qual serão julgados com um julgamento rigoroso mais do que os outros crentes. Eles são santos (1 Pe 1.15).
Ø Humildade – Jesus disse que somente aqueles que se humilham serão exaltados. Verdadeiros apóstolos são exaltados por Deus (veja 1Co 12.28), eles podem ser fortes na ordem que os qualifica.
Ø Liderança – Nem todos os líderes são apóstolos, porém todos os apóstolos são líderes. Os apóstolos devem ter seguidores para aprender com o seu desempenho na liderança. 
Ø Autoridade - A característica que mais distingue os apóstolos em relação aos demais membros do corpo de Cristo é a extraordinária autoridade que lhes é conferida sobre a Igreja, através do dom de apóstolo.  Eles exercem sua autoridade pela paternidade, não pela arrogância ou imposição.
Ø Integridade - Os apóstolos demonstram uma integridade que os torna “sem mancha” (1 Tm. 3.2) e “têm bom testemunho daqueles que são de fora” (1 Tm. 3.7).
Ø Sabedoria - O verdadeiro apostolado não vem sem maturidade e a maturidade é cultivada com sabedoria. Apóstolos têm o dom de Deus e a habilidade de ver um grande panorama e ajudam outros a encontrar o seu lugar no plano de Deus. 
Ø Oração - Embora nem todos os apóstolos sejam intercessores de per si, entretanto, todos têm intimidade com Deus através de uma vida disciplinada e de oração efetiva (At 6.4). 
 O QUE TODOS APÓSTOLOS FAZEM
Ø Eles Recebem Revelação - Os apóstolos ouvem o que o Espírito diz às igrejas. Alguns deles recebem revelações diretas de Deus. Outros recebem revelações confirmadas por profetas, e outros têm em sua equipe profetas afinados com tempos e propósitos divinos.
Ø Eles Moldam a Visão – Sua visão é baseada na revelação que recebem, fundada nas Escrituras Sagradas.
Ø Eles Geram o Novo - Apóstolos são autogeradores de coisas novas. 
Ø Eles são Pais - Apóstolos desejam ver seus filhos e filhas na fé elevar-se efetivamente no ministério mais do que eles mesmos. 
Ø Eles Impartem Vida - Deus usa os apóstolos para impartir e ativar Suas benções e dons em outros (Rm. 1.11).
Ø Eles constroem - Apóstolos são estrategistas e encontram maneiras de levar um projeto ao longo do tempo planejando o curso da realização do mesmo, incluindo a fundação que é requerida.
Ø Eles Governam - Apóstolos são experientes e práticos em colocar as coisas em ordem.  Juntamente com os profetas, eles colocam a fundação bíblica do Reino de Deus na igreja (Ef  2.20). 
Ø Eles Ensinam - Os Cristãos primitivos “perseveravam no ensino dos apóstolos” (At. 2.42).
Ø Eles Enviam - Apóstolos enviam a outros campos aqueles que são equipados para cumprir o seu papel em estender o Reino de Deus. 
Ø Eles Terminam o que Começam - Apóstolos são capazes de produzir um projeto ou uma estação de Deus e chegam à sua conclusão. Eles não desistem facilmente, até que o projeto seja concluído. Eles raramente queimam um projeto.
Ø Eles Guerreiam - Apóstolos são generais no exército de Deus. Eles conduzem a guerra espiritual de tal maneira, a jogar por terra de forma violenta as fortalezas do inimigo.
Ø Eles Alinham Gerações - Apóstolos têm uma perspectiva a longa-distância sobre os propósitos de Deus e levantam a segunda fileira de liderança do futuro da Obra de Deus.
Ø Eles Equipam - Efésios 4.12 diz que os apóstolos equipam os santos para a obra do ministério.
Ø Eles Formam um Time Apostólico – Apóstolos nunca estão sozinhos como membros de um comando, eles têm uma equipe de oração. Eles cercam a si mesmos com a força de uma liderança comprometida.
Ø Eles Resolvem Conflitos - Apóstolos são chamados para se colocarem acima de disputas de indivíduos, igrejas e ministérios.
Ø Eles Disciplinam - Apóstolos tratam com procedimentos errados e corrigem através de métodos bíblicos com reprimendas e punição justa.
 O QUE ALGUNS APÓSTOLOS FAZEM
Devido a diferenças de temperamentos, ministérios, chamados, atividades e localizações geográficas, muitos, mas nem todos os apóstolos são caracterizados por:

Ø Ter visto Jesus.
Ø Realizam sinais e maravilhas.
Ø Denunciam heresias.
Ø Plantam novas igrejas.
Ø Ministram em outras culturas. 
Ø Tomam de volta território do inimigo, convertendo o domínio ao Reino. 
UM APÓSTOLO EM SEU CAMPO DE AÇÃO 
Por muitas partes, o local de trabalho de um Apóstolo é a extensão da igreja. Ali ele demonstra qualificações e move-se na promoção das mesmas atividades da igreja nuclear.  Entretanto, dependendo da sua posição no local de trabalho, o grau de sua autoridade apostólica será um tanto diferente.
Ø Relacionamento Comum - É neste ponto inicial o seu local de trabalho que o apóstolo é respeitado.  A autoridade do apóstolo na Igreja nuclear é derivada da sua unção e de seus relacionamentos. Por outro lado, a autoridade do apóstolo no local de trabalho empresarial é derivada do respeito de sua condução dos negócios, autenticada pelo seu sucesso registrado no caminho.  No local de trabalho, os relacionamentos ordinariamente são obtidos através do respeito, não vice e versa.
Ø Dinheiro - O maior critério deve ser dado a respeito do acesso aos recursos no campo de trabalho.  Dinheiro demanda respeito, construção de credibilidade e confere mais autoridade no campo de trabalho tanto quanto na igreja nuclear. Dinheiro, entretanto, nunca é o foco; ele só é importante como um instrumento necessário. Os apóstolos que no seu campo de trabalho são financeiramente independentes, têm vantagens sobre aqueles que vivem de salários. 
Ø Risco de Comprador -  A estrada que conduz à autoridade apostólica no campo de trabalho é um território minado. Juntamente com o sucesso, o campo de trabalho do apóstolo tem se tornado como de costume, um local de tomar pancadas ou golpes. Muitos têm perdido muito dinheiro e têm aprendido com isto. Entretanto, pela graça de Deus, eles não temem a ninguém, e não voltam atrás porque sabem que o negócio de Deus não diz respeito a dinheiro.
Ø Pessoa Renascida - Outro critério, diz respeito a discernir quando uma pessoa é “nascida de novo”. Apóstolos são indivíduos que têm sob seu comando uma grande responsabilidade na condução dos interesses do Reino.
Ø Negociação em Estruturas Legais - Apóstolos em seu campo de trabalho intuitivamente se movem enfrentando resistências e embaraços legais. Eles não permitem que estruturas legais possam limitar e restringir o que Deus quer fazer. Esta habilidade está baseada em construir no trabalho interno relacionamentos sobre a verdade. 
Ø Posição de Influência - Autoridade vem também de sua influência incomum, estabelecida na esfera de seu campo de trabalho. Os sete modeladores da cultura incluem: família, religião, governo, artes, mídia, negócios e educação.   Cada um deles tem numerosas subdivisões, e todos têm seu livro de regras específicas de como a influência é atingida. O apóstolo conhece a sua esfera ou esferas no campo de trabalho. Eles alcançaram posição de influência dentro destas esferas.  Na sua explicita motivação de sobressair sobre os demais, eles usam sua influência para glorificar a Deus. 
Ø Estabelecer a Mente do Reino - Nem todo o sucesso financeiro de um líder Cristão é no seu campo de trabalho, assim de fato, é com o apóstolo.  Aqueles que têm a mentalidade do Reino, dirigem sua paixão para ver os valores do Reino permeando toda a sociedade em todos os níveis. Eles exibem os aspectos característicos de um apóstolo.  Eles são ativamente envolvidos na cidade ou na transformação da nação, bem como colocam em ordem a “igreja” localizada em seu campo de trabalho. 
Ø Comissionando - O processo a fim de reconhecer e comissionar apóstolos em campos de trabalho como empresários do Reino, ainda está debaixo de desenvolvimento e busca de consenso na ICA, assim como deverá ser dado.

Dr. Peter Wagner – Presiding                                Dr. John Kelly - Embassador
Documento Oficial ICA - Coalizão Internacional de Apóstolos Dezembro de 2006.
Tradução Livre: Leôncio R. Lança


PIERCING & TATUAGENS


Pecado, Possessão demoníaca ou Expressão Cultural?
By Ap. Jota Moura

“Porém o Senhor disse: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado, porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o senhor olha para o coração.” (1 Samuel 16:7)

 A tatuagem, piercing, brincos e outras formas de alteração no corpo (body modification ou simplesmente body mod) estão cada vez mais comuns em nossos dias. O que nos anos 90 era visto como atitude de rebeldia e tratado pela sociedade com reprovação e preconceito, é hoje visto em homens, mulheres, jovens e até mesmo em crianças e aceito pela sociedade com naturalidade como forma de adereço, assim como pulseiras, colares, etc. A questão da aparência pessoal é ainda hoje, um assunto de grande polêmica. Analisemos as três principais posições adotadas pelos que discutem esta questão.

1. PONTO DE VISTA CULTURAL
1) Devemos ter em mente que aparência pessoal - é algo que muda com o tempo e o lugar e está diretamente ligada a cultura e aos fatos sociais de um grupo de pessoas. A cultura é um conjunto de crenças, regras, manifestações artísticas, técnicas, tradições, ensinamentos e costumes produzidos e transmitidos no interior de uma sociedade.
2) Definições  de cultura - Segundo o antropólogo Clyde Kluckholn (1905-1960),  a cultura é “a vida total de um povo, a herança social que o indivíduo recebeu do seu grupo, ou pode ser considerada a parte do ambiente que o próprio homem criou.” Já para o antropólogo Bronislaw Malinovski (1884-1942), a cultura compreende “artefatos, bens, processos, técnicas, idéias, hábitos e valores herdados.” A cultura por ser um processo social resultante da transmissão da aprendizagem que recebeu de seus antepassados e transmitidos a novas gerações, é também chamada de “herança social”.
3) Cada sociedade elabora a sua própria cultura - que basicamente é formada por três elementos: Cosmovisão (a maneira como o povo vê o mundo), sistema de valores (o que é importante para aquele povo) e normas de conduta (o modo como o povo se comporta, e isso diz respeito tanto ao modo de se vestir, como a maneira de se relacionar com os outros, etc.) e são diferentes de acordo com esses elementos que a formam.
4) Coisas que são formas de expressão cultural -  Arrotar em público após uma refeição é totalmente aceitável (e até louvável) em certas culturas, e repugnante em outras. Uma mulher com os seios à mostra é normal em muitos países da África (onde a mesma mulher não pode exibir as pernas acima do tornozelo) enquanto que o mesmo é obsceno em outras partes do mundo. Beijar na boca em público é normal no Brasil, mas pode levar alguém à cadeia em certos países islâmicos. Nestes mesmos países islâmicos, um homem não pode andar de mãos dadas com sua esposa, mas pode andar de mãos dadas com outro homem. No Ocidente tal prática evoca idéias de homossexualismo. E por aí vai. Tais atitudes podem ser um insulto ou algo escandaloso para os de fora (que não fazem parte da cultura), mas não são necessariamente erradas para quem é daquela cultura. O fato é que nenhuma cultura é totalmente igual à outra e nenhuma cultura está acima da outra, sendo que todas têm a mancha do pecado junto com o que é bom e saudável.
5) Todas as culturas possuem elementos que precisam ser valorizados - e outros que precisam ser transformados pelo Evangelho de Cristo. O Apóstolo João viu no céu povos de todos os grupos étnicos: tribos, raças, línguas e nações. Sendo a aparência pessoal uma questão de expressão cultural, esta aparência também muda de acordo com a cultura. Pinturas na face e no corpo estão presentes em diversas culturas. Na Polinésia, os nativos usam a tatuagem para escrever sua história familiar no corpo. A tatuagem e o piercing no umbigo eram comuns no Antigo Egito. Alguns povos usam piercing, brincos e outras formas de alteração do corpo. O fato é que o mundo está ficando pequeno. Estamos nos tornando cada vez mais uma aldeia global. Esta globalização faz com que certos costumes que antes só eram vistos em algumas culturas isoladas e lugares remotos da terra, comecem a se tornar moda em todo o mundo.

2. PONTO DE VISTA MÍSTICO
1) Grande parte dos cristãos condena o uso de piercing e tatuagens - por ser uma modificação do corpo, o qual é templo do Espírito Santo, que faz parte do corpo de Cristo e que tais adereços agridem a pele e consideram essa agressão uma ofensa a Deus. As tatuagens são vistas como consagrações feitas a entidades demoníacas, que passam a exercer domínio legal até mesmo incorporando nos seus corpos. Os Piercings nas partes do corpo são interpretados de acordo com sua colocação tendo reflexo no mundo espiritual, além de denotarem os chamados “chacras energéticos”, sendo estes os seus significados.
2) O Piercing colocado no nariz significa domínio - e seu sentido no mundo espiritual é uma distorção do caráter e um direcionamento que causam rebeldia e uma autoconfiança muito exacerbada.
3) O Piercing nas sobrancelhas dá vazão ao aprisionamento da mente -  causando um bloqueio na mente de quem os usa. Para essas pessoas nada tem grande importância, principalmente na vida espiritual.
4) O Piercing nas orelhas, significa aprisionamento - em áreas específicas do corpo subjugado a espíritos de dominação e escravidão.
5) O Piercing no umbigo indica canalização - de espíritos satânicos no corpo de quem os usa. Este está na área destinada à alimentação. Ele representa a exposição do corpo, visto que as pessoas que os usam gostam de deixá-los à mostra. Um dos piercings que estão mais na “moda” é o colocado no umbigo.
6) O Piercing nos lábios significa um domínio na fala -  assim como o que é colocado na gengiva. As pessoas que os usam estão propensas a ter insegurança nessa área, dificuldades para uma boa comunicação, etc. Seu significado na vida dessas pessoas é como de um cabresto e pode ser representado na forma de gagueira. A diferença entre o colocado nos lábios e o que é colocado na gengiva, é que o segundo representa a luxúria.
7) O Piercing nos órgãos genitais traz abertura para a prostituição - Ele pode causar um estímulo intra-uterino para atuação de espíritos nessa área causando esterilidade e outros problemas nas mulheres e, também, nos homens. Ele trás uma atuação na área da prostituição na vida das pessoas que o utilizam. No mundo espiritual elas estão aprisionadas de alguma forma por essas marcas que carregam no corpo. Os que defendem esta posição, afirmam que nem sempre as pessoas com esses tipos de piercings, manifestarão esses sintomas que foram ditos.

3. PONTO DE VISTA CRISTÃO
1) Prescrições Bíblicas permanentes  - Não farão os sacerdotes calva na cabeça, e não raparão os cantos da barba, nem farão lacerações na sua carne”. (Lv 21.5.) “Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor.” (Lv 19.28). Não devemos interpretar ao pé da letra, quando a Bíblia diz que o fim da lei é Cristo. Se a lei findou com Cristo, então podemos matar, roubar, adulterar? pois a lei condena todas essas práticas. Claro que a lei teve seu fim (no sentido de finalidade) como tutora, pois ela não podia salvar. Jesus cumpriu a lei e como a lei pedia um sacrifício Ele se fez sacrifício por nós.
2) Devemos romper com todas as tradições culturais - que vem de encontro a Palavra de Deus: “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais.” (1 Pe 1.1).  Paulo também diz: “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” (Cl 2.8)
3) Tudo que está extremamente focado no corpo físico - devemos tomar cuidado pois ele é o templo do espírito santo e Deus quando fez o ser humano viu que era bom o que havia feito. Não cabe a ninguém alterar o que Deus fez, pois suas obras são perfeitas. A insatisfação com seu próprio corpo é fruto do pecado da vaidade que está todos os dias nas revistas, nas novelas, na mídia em geral. Sejamos zelosos e separados dos conceitos mundanos. Quando o piercing ou a tatuagem tem como foco o culto ao corpo, a exploração do sensualismo e a provocação sexual isso definitivamente não agrada o coração de Deus, e é pecado!
4) Devemos ter cuidado em não escandalizar o irmão - quando afirmações liberais são colocadas na forma de interpretações culturais acima dos mandamentos de Deus, isso torna-se grave.  Se já temos o amor de Cristo derramado nos nossos corações, isso transparece nas nossas atitudes, corpos e relacionamentos. Seremos zelosos em edificar o próximo em Cristo.
5) O desafio da igreja não está em julgar ou condenar - mas orientar as pessoas (principalmente os jovens e adolescentes ) para os riscos que existem em fazer estas coisas contrariando preceitos bíblicos, por modismo pagão, sem discernimento de espíritos,  sem uma orientação profissional e cuidados de higiene e saúde.  Além disso, a pessoa estará consciente dos riscos de inflamação, doenças contagiosas e “efeitos colaterais” no corpo? Estará consciente de que algumas alterações são irreversíveis e, mesmo diante da possibilidade de reversão, podem deixar marcas para o resto da vida?
Mais ainda, precisamos como povo de Deus cuidar da nossa identidade, valor pessoal e auto-imagem cristã. São estas as questões mais importantes para quem está considerando qualquer forma de alteração do corpo, seja uma plástica no nariz, implantar silicone nos seios, colocar piercing ou fazer tatuagem. Considere finalmente, a recomendação apostólica: Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém, todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam, todas as coisas me são lícitas, mas eu  não me deixarei dominar por nenhuma delas.” (1 Co 6.12) Amém!

Fontes: pesquisa na Bíblia e na internet

Boston July 18, 2008

PROPÓSITOS DIVINOS DO MATRIMÔNIO


                                                                                                                                             Ap. Jota Moura

Casamento é o mais complexo relacionamento humano, porém, é o mais realizador quando alcança o propósito para o qual Deus o criou, não segundo ideologias e códigos humanos, mas conforme preceitua a Santa Bíblia - a infalível Palavra de Deus.

1. RAZÕES DE DEUS PARA CRIAR O CASAMENTO
- O casamento foi criado por Deus para realização do homem e da mulher. “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” (Gênesis 1.27)
- O casamento foi criado como solução de Deus para o problema da solidão. “Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.” (Gênesis 2.18)
- O casamento foi criado como oportunidade para compartilhamento. “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante.” (Eclesiastes 4.9-10)
- O casamento foi criado como canal de Deus para a continuidade da espécie. “E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal sobre a terra.” (Gênesis 1.28)
2. EXPECTATIVAS DE DEUS PARA O CASAMENTO
- Deus espera que honremos o nosso casamento. “E dizeis: Por quê? Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, a mulher da tua aliança.” (Malaquias 2.14)
- Deus espera que haja unidade na família. Quando alguém se casa, escolhe se tornar uma só carne com seu cônjuge, mesmo que Deus não seja convidado a fazer parte do casamento, Ele o referenda como testemunha. “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne.” (Gênesis 2.24)
- Fundamental é convidar Deus para fazer parte do relacionamento conjugal. Se Deus não é o Deus dos cônjuges, Ele não é parceiro. “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.” (Salmos 127.1-2)
3. COMPROMETIMENTO QUE FAZEMOS NO CASAMENTO
- Nos comprometemos a depender de Deus. “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” (Salmos 127.1)
- Nos comprometemos cumprir as promessas feitas no ato do casamento: Amar, honrar, cuidar, ser fiel independente das situações da vida como riqueza ou pobreza, alegria ou tristeza, saúde ou enfermidade.
- Nos comprometemos ser unidos em aliança perene no casamento, tornando-nos cúmplices um do outro:
.Nossos bens tornam-se comuns como usufruto da família e herança dos filhos e do(a) consorte vivo(a);
. Nossos corpos pertencem um ao outro; “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher.” (I Coríntios 7.4)
. Nossas forças unem-se para prevalecer. “Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante.” (Eclesiastes 4.10)
4. BENÇÃOS DE DEUS AOS QUE SE UNEM NO CASAMENTO
- Término da individualidade exclusivista. Não há vida independente no casamento. “Não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.” (Filipenses 2.4) 
- Suporte e equilíbrio emocional. “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne.” (Gênesis 2.24)
- Oportunidade de crescimento mútuo. “Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isto, e o Santo de Israel o criou.” (Isaías 41.20)
- Promessa do desfrute das bençãos de Deus. “E eles serão o meu povo, e eu lhes serei o seu Deus; e lhes darei um mesmo coração, e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem, e o bem de seus filhos, depois deles. E farei com eles uma aliança eterna de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim. E alegrar-me-ei deles, fazendo-lhes bem; e plantá-los-ei nesta terra firmemente, com todo o meu coração e com toda a minha alma.” (Jeremias 32.38-41). Amém.
Belo Horizonte, Janeiro/2016

TUDO SOBRE DÍZIMOS E OFERTAS NA BÍBLIA

by Ap. JOTA MOURA
A ideia de DAR aparece 1.552 vezes na Bíblia, com diversas variações de sentido. Veja a seguir, os mais importantes textos bíblicos que falam sobre essa graça: DAR ou ofertar à obra do Reino de Deus segundo as instruções da Bíblia. Argumentos que são usados pelos infiéis avarentos que combatem a doutrina bíblica do dízimo: (1) O povo é muito pobre, a crise é enorme, nós não podemos dar. (2) O pastor deveria levantar ofertas só para ajudar os pobres coitados. (3) O povo jamais deveria pagar o dízimo, pois estamos na era da graça e o dízimo é da lei. (4) O Novo Testamento nunca fala de dízimo, apenas de oferta voluntária “segundo o coração de cada um”. (5) Uns não dão o dízimo, porque dizem que não têm. (6) Outros não dão porque acham que o dízimo (10%) é muito dinheiro. (7) Há aqueles que dizem que o pastor só fala em dinheiro por interesse próprio! Vejamos então, o que a Palavra de Deus tem a dizer sobre o assunto.

DAR COMO ATO DE ADORAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
01
Gênesis 4. 1-9
Caim e Abel entregam ofertas como adoração a Deus.
02
Êxodo 22. 29-31
Deus espera receber as primícias- os primeiros frutos.
03
Êxodo 25. 2
Deus aceita oferta alçada entregue voluntariamente.
04
Êxodo 25. 28
Deus pede uma oferta para a construção do Tabernáculo. (Veja ainda 1 Cr. 3.4-5; 1 Rs 5-6)
05
Êxodo 35.1; 36.5
Um belo exemplo de liberalidade do povo de Deus.
06
Números 7.1-11
As ofertas generosas para construção do Tabernáculo.
07
Números 31.48-54
Exemplo de oferta voluntária ao Senhor.
08
Deuteronômio 16.16-17
Dar conforme Deus tem abençoado e não aparecer de mãos vazias diante do Senhor.
09
Deuteronômio 26.2-4
Dar as primícias de todos os frutos da terra ao Senhor.
10
2 Samuel 8.9-11
Ofertas ao Rei Davi que foram dedicadas ao Senhor.
11
2 Samuel 24.18-24
Davi compra material para o altar e recusa oferecer a Deus o que não lhe custou nada.
12
2 Reis 4.8-11
A mulher de Suném e seu marido oferecem aposento para
Eliseu - homem de Deus.
13
1 Crônicas 29.1-9
O povo de Deus se alegra das ofertas voluntárias.
14
1 Crônicas 29.14-16
Tudo é de Deus, e Ele nos dá para que possamos dar.
15
2Crônicas 24.4-11
As ofertas para renovar o templo de Jerusalém.
16
Esdras 1.5-6
Ex-cativos oferecem voluntariamente seus tesouros.
17
Esdras 2-68-69
Conforme as suas posses, deram para a obra do Senhor.
18
Provérbios 3.9-10
"Honra ao Senhor com as primícias dos teus bens".

DAR COMO ATO DE ADORAÇÃO NO NOVO TESTAMENTO
01
Mateus 2.11
Os sábios magos trazem presentes a Jesus.
02
Mateus 5.23-34
Instruções espirituais para quem for ofertar.
03
Mateus 5.40
“Larga-lhe também a capa...”
04
Mateus 6.1-2
Jesus condena a hipocrisia dos que dão para serem vistos.
05
Mateus 6.1-4, 19.21 25.40, Lucas 11.41
Ofertas para ajudar os necessitados- um ato de amor para com o próprio Cristo.
06
Mateus 6.19-21
O coração reside junto ao tesouro.
07
Mateus 10.8
“... de graça recebeste, e de graça dai...”
08
Mateus 14.16-21
Jesus manda dar de comer, e depois providencia comida.
09
Mateus 19-16-22,
Marcos 10-17-22
Jesus ordena ao jovem rico que dê seus bens para remover a barreira espiritual de amor ao dinheiro.
10
Mateus 26.6-13,
Marcos 14.3-9,
João 12.1-8
A mulher pecadora derramou um vaso de alabastro sobre a cabeça de Jesus. Uma linda demonstração de dar por gratidão e amor.
11
Marcos 7.1-13
Jesus denuncia a prática farisaica de Corbã. A mesma foi usada para justificar a falta de dar.
12
Marcos 12.41-44
A oferta da viúva pobre. Ela recebeu elogio de Jesus por causa da magnitude de expressão de seu amor em comparação com a oferta de outros. Ela deu tudo.
13
Marcos 9.41
Quem dá em nome de Cristo, recebe recompensa.
14
Lucas 3.11-14
Quem tem duas túnicas, dá uma ao que não tem e também alimentos a quem tem fome.
15
Lucas 6.38
Devemos dar uma boa medida.
16
Lucas 7.37
Uma mulher dá o seu melhor para Cristo.
17
Lucas 10.25-37
O bom samaritano demonstra amor real pelo próximo.
18
Lucas 18.22
Quem dá aos pobres receberá um tesouro no céu.
19
Lucas 19.1-10
A história de Zaqueu. O resultado de uma experiência com Jesus é a entrega. Zaqueu entregou-se, e entregou seus bens em mais da metade, motivado pelo amor de Jesus.
20
Atos 2.44-45
Os primeiros cristãos tinham tudo em comum e repartiam tudo que tinham uns com os outros.
21
Atos 4.34-37
Havia uma entrega de bens aos pés dos apóstolos, voluntária e espontaneamente para uso na Obra.
22
Atos 5.1-11
Ananias e Safira mentem e negam a oferta que Deus queria.
23
Atos 8.18-24
Simão ofereceu dinheiro para merecer o poder do Espírito.
24
Atos 11.29
Os discípulos socorriam a cada um conforme suas posses.
25
Atos 20.23-35
O cristão deve trabalhar para ter o que oferecer. Ter para dar é maior bênção do que precisar receber.
26
Atos 28.1-10
O povo de Malta deu oferta ao Apóstolo Paulo.
27
Romanos 12.8
Devemos repartir com liberalidade.
28
Romanos 15.26-27
O uso das coisas materiais reflete o crescimento espiritual.
29
1Coríntios 9.6-27
O ministro deve viver para o evangelho, sendo sustentado pelas contribuições da igreja.
30
1Coríntios 16.1-3
A oferta levantada para socorrer os crentes em Jerusalém.
31
2Corintios 8.1-24
A contribuição sacrificial da igreja Macedônica.
32
2Coríntios 9.1-5
A prontidão no atendimento da beneficência.
33
2Coríntios 9.6-15
O crescimento na graça de dar e o seu galardão.
34
2Coríntios 11.8-9
O espírito cooperativo e donativo entre as igrejas.
35
2Coríntios 12.13
A igreja torna-se inferior, quando não é ensinada a dar.
36
Efésios 4.28
O cristão trabalha para ter o que repartir.
37
Filipenses 4.15-19
Oferta das igrejas para o ministério apostólico de Paulo.
38
Hebreus 7.1-11
O testemunho de Abraão dando o dízimo a Melquisedeque.
39
Tiago 1.27, 2-16
A fé viva é demonstrada quando damos bens materiais.
40
1João 3.17-18
Diante da necessidade de alguém, o crente tem a responsabilidade de dar.

JESUS ENSINA AOS DISCÍPULOS A GRAÇA DE DAR
01
Mateus 26.6-13; Marcos 14.39; João 12.1-8
Elogia os que deram sacrificialmente
“O que ela faz será contado para memória sua.”
Marcos 12.41-44; Lucas 21.1-3

“A viúva deu mais do que todos.”
Lucas 7.36-50
“Perdoados lhe são os pecados... porque ela muito amou.”
Lucas 10.25-37
Qual destes três “deu” mais?
02
Mateus 6.1

Condena atitudes erradas em dar
Dar para ser visto pelos outros.
Mateus 23.33, Lucas 11.42,
18.12
Dar legalistamente é dar sem cultivar as outras graças.
Mateus 15.5, Marcos 7.11
A ideia de “Corbã” foi usada para escapar à responsabilidade. Jesus condena os que dizem que “a vida inteira está dedicada” para a responsabilidade de dar.
03
Mateus 6.2, 19.16-29, 25.40,
Lucas 11.41
Ensina a graça de dar
Dar aos pobres e necessitados.
Mateus 5.41
Dar andando a “segunda milha”.
Mateus 25.36-46
Dar é uma expressão do caráter cristão.
Marcos 9.41
Dar é um ato de amor em nome de Cristo.
Mateus 5.23-24
Dar está relacionado com a espiritualidade.
Mateus 16.19-20
Dar está relacionado com as riquezas do céu.
Lucas 10.7-8
Dar é sustentar a obra de Cristo na terra.
Lucas 19.1-10
Dar é o resultado da experiência com Jesus.

DAR NA VIDA DA IGREJA NEOTESTAMENTÁRIA
01
Atos 2. 44-45, 4.32-37, 20.33-35,
Rom. 15.26-27, 2 Co. 8.3,
1 Co. 16.2.
Dar voluntariamente - um ato de profundeza espiritual.
02
Atos 28.10, 1 Co. 9.6-27,
1 Co. 16.15-17, 2 Co. 12.13,
Fil. 4.15-19.
Dar para sustentar o ministério da Palavra.
03
1 Co. 16.1-3, 2 Co. 8.1-24,
2 Co. 9.1-13, 2 Co. 11.8-9.
Dar para ajudar igrejas irmãs num espírito de cooperação.
04
1João 3.17-18, Tiago 1.27, 2.16.
Dar para socorrer os necessitados

O USO DA PALAVRA “DÍZIMO” NO ANTIGO TESTAMENTO
01
Gênesis 14.20
Abraão deu o dízimo ao Sacerdote Melquisedeque.
02
Gênesis 28.22
Jacó promete dar o dízimo de tudo.
03
Levítico 27.30
O dízimo da terra é santo ao Senhor.
04
Levítico 27.31
Quem quiser remir uma parte do dízimo, acrescente a quinta parte.
05
Levítico 27.32
O dízimo do rebanho é requerido.
06
Números 18.21
O dízimo dado aos levitas pelo serviço prestado no Tabernáculo.
07
Números 18.24
O dízimo dos povos é herança dos sacerdotes levitas.
08
Números 18.29
Instruções mosaicas acerca de como dar o dízimo.
09
Deuteronômio 12.17
Os dízimos e as ofertas não podem ser consumidos em casa.
10
Deuteronômio 14.22
O dízimo de todo produto da semente é requerido.
11
Deuteronômio 14.23
O dízimo será entregue no lugar que Deus escolher.
12
Deuteronômio 14.28
Cada terceiro ano, levar outro dízimo aos levitas e aos pobres.
13
Deuteronômio 26. 12-13
O dízimo demonstra fidelidade e retidão para com Deus.
14
2 Crônicas 31.5
O reavivamento espiritual pela remessa do dízimo.
15
2 Crônicas 31.6
Dízimos dos bois, das ovelhas, e das coisas consagradas.
16
2 Crônicas 31.12
Recolhem-se fielmente ofertas e dízimos pelos levitas.
17
Neemias 10.37
O dízimo da lavoura entregue aos levitas.
18
Neemias 10.38
Os levitas entregam o dízimo dos dízimos ao sumo Sacerdote.
19
Neemias 12.34
Nomeação de homens para recolher os dízimos e as ofertas.
20
Neemias 13.5
Dízimos e ofertas trazidos aos celeiros da casa de Deus.
21
Amós 4.4-12
A entrega do dízimo não substituiu a entrega do espírito.
22
Malaquias 3.8
“Roubará o homem a Deus?” Quando o dízimo é roubado.
23
Malaquias 3.10
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro...”

O USO DA PALAVRA DÍZIMO NO NOVO TESTAMENTO
01
Mateus 23.23
O dízimo da hortelã, do endro e do cominho.
02
Lucas 11.42
O dízimo de toda hortaliça do quintal.
03
Lucas 18.12
O fariseu afirmou: eu dou o dízimo.
04
Hebreus 7.2
Abraão entregou o dízimo a Melquisedeque.
05
Hebreus 7.5
Os levitas receberam os dízimos do povo de Deus.
06
Hebreus 7.6
O dízimo do patriarca da fé Abraão.
07
Hebreus 7.8
Homens mortais receberam dízimos.
08
Hebreus 7.9
Os levitas também deram o dízimo de tudo.

SÍNTESE DO ESTUDO DÍZIMO NA BÍBLIA
01
Abraão e o Dizimo Gn. 14.20, He. 7.4-10
Demonstrou submissão a Deus dando o dízimo ao sumo sacerdote Melquisedeque, antes da lei de Moisés.
02
Jacó e o dízimo     GN 28.22
Fez voto de que daria o dízimo de tudo que Deus lhe desse, em sinal de louvor e gratidão, edificando um santuário em Betel, antes da lei de Moisés.
03
A lei de Moisés e o dízimo - Lv. 27.30-32, Nm. 28.29, Dt. 14.22-23, 12.6-17, Ne 12.44, 2 Cr. 31.5-12, Ml. 3.8-10
Regulamenta e ensina sobre como dar o dízimo, as espécies de dízimos, o resultado do dízimo... Tudo visa o sustento do sacerdócio e do culto Divino.
04
A quem era dado o dízimo- Nm. 8.21-24, Dt. 14.28, 26-12, Ne. 10.37-38, 13.5, Ml. 3.10, Hb.7.5
Aos sacerdotes- levitas na casa do Senhor. Esta era sua única herança entre as tribos do Senhor.
05
Jesus e o dízimo Mt. 23.23, Lc11.42 Lc. 18.21  He 7.4- 9
Nos evangelhos há duas referências aos dízimos, em ambas Jesus estava condenando os fariseus: (1) “ai de vós, escribas e fariseus.” Jesus não condenou a prática do sistema de dízimo, mas a falta de justiça e de espiritualidade. Este texto ilumina a prática do sistema do dízimo existente e a sua legalidade rígida. Esta legalidade Jesus está condenando. Ele está pronunciando “ai de vós” por causa da hipocrisia na vida, e não por causa do dízimo. (2) Jesus condena o legalismo - novamente a tentativa de auto justificação por meio de atos externos. Ele está comparando a condição espiritual do fariseu e o publicano. Jesus confirma a prática do dízimo.
06
A igreja apostólica e o dízimo. At. 4.32, 37; 5.2
Os discípulos-membros da igreja apostólica do 1º século, reconheciam o dízimo como contribuição básica ao Reino de Deus. Porém, demonstraram na prática que nada do que possuíam era deles, TUDO era do Senhor para a extensão do Reino e o bem comum. Portanto, eles entregavam tudo!
07
O Cristão Hoje e o dízimo (Ml. 3.9-10)
Mediante a compreensão bíblica da doutrina do dízimo, o cristão fiel se compromete com o plano financeiro de Deus para promover o avanço do seu Reino. A Bíblia é o manual da vida cristã, portanto, ele a obedece e recebe as bençãos prometidas aos fiéis. Pratica a entrega do dízimo como “poupança celestial” básica, indo além do dízimo através de ofertas e contribuições voluntárias ao Senhor. Podendo testemunhar: “ninguém dá mais do que Deus”. Amém!

JESUS FALOU MUITO EM DINHEIRO!

Há bem poucas doutrinas que receberam a mesma atenção, no ensino de Jesus, como o uso e abuso do dinheiro. O vocabulário desta doutrina se acha em 90 passagens que contêm as palavras de Jesus. Na sua pregação só achamos batismo mencionado 17 vezes, das quais 12 são figuradas. A igreja é mencionada 3 vezes nos Evangelhos e 18 vezes nas palavras de Jesus encontradas no Apocalipse. Ele falou no inferno 11 vezes e no Hades 4 vezes. Falou 21 vezes do arrependimento, 2 vezes da salvação, 47 vezes do pecado e pecadores, e 27 vezes do Espírito Santo. Nos discursos que temos nos Evangelhos, Jesus pregou mais sobre o dinheiro do que sobre o Reino de Deus, da Sua própria pessoa, de Deus- Pai e da fé. De 107 versículos do sermão da montanha, 28 tratam de dinheiro. Das 49 parábolas, 6 usam dinheiro ou bens materiais como base de instrução, e 8 nos ensinam como usar o dinheiro.
Assim, note-se que mais ou menos, a quarta parte da pregação de Jesus foi concernente a este assunto. Isto não quer dizer que Ele pregou sermões inteiros sobre o assunto, mas bem poucas vezes falou sem dar algum ensino ou alguma promessa acerca do bom uso e abuso do dinheiro.


Boston, Abril 19, 2005

ANDE NO CAMINHO DO REINO

Ap. Jota Moura  “E este evangelho do reino será prega­do no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.”...